Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2013

Estes já estão despachadinhos

 

 

Argo

 

 

Silver Linings Playbook

 

 

E agora seguem-se estes

 

Amour

 

Zero Dark Thirty

 

 

Não sei quais são os critérios de nomeação, desconheço se as nomeações são merecidas, se houve excluídos injustiçados e exagero nos elogios. Apenas sei que esta época é de fartura e sabe muito bem.



publicado por A.N às 21:33
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Sábado, 26 de Janeiro de 2013



publicado por A.N às 21:57
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Quinta-feira, 17 de Janeiro de 2013

 

A propósito da gravidez de Assunção Cristas, está tudo (bem) dito aqui.



publicado por A.N às 09:22
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Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2013

 

 

Uma senhora chamada Monalisa - isso mesmo, Monalisa, como a do quadro do outro - frequenta as minhas aulas de ginástica.

Fazendo jus àquele nome, a professora, quando a manda fazer cinquenta agachamentos, di-lo com um sotaque italiano.

A Monalisa é brasileira.

 

Absolutamente delicioso.



publicado por A.N às 14:54
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Domingo, 13 de Janeiro de 2013
Os acontecimentos recentes da minha vida, de facto, têm colocado em perspectiva toda a minha existência.
Se antes do meu serão televisivo de ontem o pior futuro que podia imaginar para o meu filho passava, inevitavelmente, pelo consumo de drogas pesadas, neste momento nada partiria mais irremediavelmente o coraçãozinho desta mãe de primeira viagem do que andar a criar um filho para ele acabar a participar na Casa dos Segredos.

Que Deus nos livre e guarde.


publicado por A.N às 22:11
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Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2013

Nos dias que correm, este blogue ser praticamente anónimo apazigua-me.

A julgar pelo que vejo na vizinhança, a blogosfera pode ter muito contributo oco, mas tem essencialmente visitantes cruéis e particularmente desocupados.



publicado por A.N às 14:54
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Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2013

 

Aqui!

 



publicado por A.N às 20:48
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Terça-feira, 8 de Janeiro de 2013

 

 

Confesso que não compreendo as pessoas que ainda fazem piadas com a situação actual do Sporting.

Da mesma forma que nunca compreenderei porque alguém haveria de bater num cão morto ou afundar um dedo numa ferida fatal.

Há cerca de dois anos, quando o Benfica atravessou um período menos bom, cheguei a um ponto em que eu, como sportinguista, senti os meus dias como amante do futebol algo ameaçados. Se o Benfica acabasse - coisa que hoje só me parece possível no Dia do Juízo Final - perderia grande parte da adrenalina de que beneficio enquanto adepta do clube rival.

Com quem poderia gozar nas vitórias? E a quem iria detestar nas derrotas?

O que se passa a norte de Coimbra é apenas relevante na medida em que afecta títulos, mas emocionalmente, pouco ou nada importam, para um sportinguista, as derrotas ou vitórias do Porto.

Ao invés, tratando-se do Benfica, tudo muda de figura, o que me leva a concluir que em Lisboa é inevitável termos dois clubes: o do coração e o que nos causa azia.

Assim, volto a dizer, não compreendo como pode alguém retirar prazer do estado lastimoso do Sporting. Pelo menos admitam que se as piadolas do extermínio se concretizarem na realidade, a vida dos adeptos de futebol em Portugal ficará lamentavelmente mais aborrecida.

Já para não falar da vida dos benfiquistas.



publicado por A.N às 10:12
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Quinta-feira, 3 de Janeiro de 2013

Este ano não tenho qualquer comentário a tecer, relativamente à mensagem de ano novo do Presidente da República.

Nenhum mesmo, nada a apontar.

E não porque o homem tenha andado bem. Simplesmente mudámos de canal quando lhe deram tempo de antena.

 

A isto se chama amadurecer.



publicado por A.N às 10:27
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Dizem os peritos que os bebés são muito mais inteligentes do que nós, os adultos, especialmente porque a sua capacidade de aprendizagem e apreensão do meio que os rodeia, nos primeiros meses de vida, se faz a uma velocidade estonteante.

Mas, ao fim de um mês nesta aventura de pais de primeira viagem, algumas coisas já aprendemos, o que é reconfortante, uma vez que os pais mais experientes nos garantem que o pior já passou.

 

Ainda para mais, fomos capazes de manter alguma sanidade mental (o mesmo já não se pode dizer das nossas faculdades mentais que me parecem algo afectadas.

 

Cá em casa o pior- se é que o foi - já passou e não deixou mazelas significativas.

Os ritmos alteraram-se sem grande sacrifício, as noites e principalmente o sono passou a dividir-se em blocos de 3 horas e aprendemos que conseguimos sobreviver com um sorriso a esta privação de descanso, os tempos de relaxe no sofá durante o dia foram substituídos pelo ritmo frenético que imprimimos à execução de tarefas quotidianas, o facebook passou a ser consultado a horas impróprias, o que nos permite estar totalmente actualizados acerca da vida daqueles que generosamente a partilham com o público, os amigos não nos abandonaram nem fogem a sete pés com medo desta nossa realidade, os dias passam rápido e, ainda que nada significativo aconteça, estão cheios de aventuras.

 

Aprendemos que existe vida no nosso prédio e no nosso bairro durante o dia, que o carteiro da zona é um desorganizado que nos traz cartas de manhã e encomendas às três da tarde, que o paredão de Carcavelos tem gente todos os dias, que ir ao supermercado durante o horário laboral "normal" pode ser desgastante, face à falta de eficiência dos demais compradores desocupados e/ou não prisioneiros de um relógio certeiro. 

 

Descobrimos também que as caixas de sushi baratas continuam a saber bem (durante 9 meses, à cautela, mantive-me longe dessa luz), que é espectacularmente fácil adormecer às cinco da manhã depois de uma hora de verdadeira agitação, que os carros estacionados no passeio dão cabo da vida de um pai que ousa sair à rua em Lisboa com um carrinho de bebé, que a quantidade de fumadores em Portugal que insisite me fumar em espaços fechados é escandalosa e que a Zon Iris foi a melhor coisinha que nos aconteceu na vida, uma vez que os horários e a disponibilidade total para o lazer não se coadunam com a chegada e as exigências do M. E a Iris funciona lindamente minha gente, lindamente!

 

Aprendemos, ainda, uma valiosa lição: que os bons pais estão confortavelmente sentados na bancada, a assistir ao jogo dos amadores e, como bons pais que são (ou que julgam ser), partilham, sem pudor e sem que lhes seja pedido, todas as suas dicas, opiniões e palpites, muitas vezes sem maldade, mas sempre com alguma (ainda que secreta) crítica. Nunca revelam o que fizeram com as suas crias e parecem ter esquecido tudo o que aconteceu no seu primeiro mês enquanto pais reais, mas milagrosamente possuem um conhecimento inato das necessidades e carências dos filhos dos outros.

 

Num mês já engolimos muitos sapos, já mastigámos verdades absolutas que proferimos antes do M. nascer e que agora são simplesmente relativas, já nos acalmámos com as exigências auto-impostas, já nos conseguimos rir da falta de experiência.

 

Não sabemos nada, mas aos tropeções vamos caminhando.

 

E, entretanto, o tempo não passa, voa.



publicado por A.N às 09:19
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Carimbos no passaporte
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