Quinta-feira, 13 de Março de 2008



Paris há muito que deixou de ser dos franceses: de certa forma, passou a ser de todos os nós, a pertencer ao imaginário românticos de todos aqueles que ainda acreditam no amor e se inspiraram nos grandes clássicos.

Confesso que a primeira vez que a visitei, não senti qualquer apelo ao romance. Nessa altura desconhecia, por completo, o significado da expressão , que dizer então do estado de espírito.

Um regresso inesperado, catorze anos depois, não soube a repetição, mas a descoberta: a descoberta do porquê do fascínio global com aquela cidade; a descoberta de uma atmosfera de cultura, charme e inovação que veio contrariar toda um teoria preconceituosa e infundada de que a França permaneceu amarrada a uma glória do passado, injustificada nos dias de hoje; a descoberta de mais uma cidade onde poderia viver e sentir-me viva.



publicado por A.N às 20:58
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