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O mundo da Ch@p@

Custo de Oportunidade

A.N, 17.03.07
The opportunity cost of a decision is based on what must be given up (the next best alternative) as a result of a decision. Any decision that involves a choice between two or more options has an opportunity cost.



E lá fora o sol brilha, a praia convida e a vida é leve!

Será mais ou menos isto

A.N, 13.03.07

México – Palenque

Visita Ruinas de Palenque


Palenque – Lacanja

Visita Ruinas de Bonanpak

Visita Ruinas de Yaxchilan
Lacanja – Palenque

Cascadas de Misol-Ha

Cascadas de Agua Azul

Palenque – Comitán

Comitan- Lagunas _ Comitan

Lagunas de Montebello

Comitan – Panajachel

Lago Atitlan


Panajachel – Antigua

Antigua – Huehuetenango

Escalas

Todos Santos

Huehuetenango – San Cristóbal de las Casas

San Juan Chamula

San Cristóbal

San Cristóbal – Tuxtla

Cañon del Sumidero


Tuxtla – Mexico

Proud Auntie!

A.N, 12.03.07

11th of March

2007

Keilani Akiko Amalia Burton is born!

CONGRATULATIONS!!!

2004

170 people loose their lives during the Madrid train Bombing.

1985

Mikhail Gorbachov becomes Soviet leader.

1969

Beatle George Harrison is arrested for possession of cannabis.

1969

Beatle Paul McCartney marries Linda Eastman.

1945

The Krupps munitions factory in Germany is destroyed during an Allied 1,000 plane daylight bombing raid.

1941

The US Congress passes the Lend -Lease Bill enabling Britain to borrow millions of dollars to buy food and arms needed for World War II. The loan is only to be paid back after the war.

1938

Adolf Hitler continues German expansion by occupying Austria.

1845

Henry Jones invents self-raising flour.

Schmetterlinge im Bauch

A.N, 10.03.07



Aromas a fins de tarde na esplanada, a noites em Santa Luzia, a manhãs soalheiras, a dias longos e temperaturas amenas.

Lisboa desperta depois do tédio do Inverno.

As ruas aguardam-nos e o Tejo cumprimenta-nos em tons azulados tingindos de dourado.

Cheira, finalmente, a Primavera e a antiestamínicos.

And this is a good thing!

Dia da Mulher

A.N, 10.03.07

Sempre considerei existir algo ofensivo subjacente às celebrações do Dia da Mulher.

Sem pretender questionar o carácter comercial do dia, parece-me que, além de despropositado, de um ponto de vista estatitístico e mesmo sociológico, tal dedicatória já não se justifica.

Não somos uma maioria, já não carecemos de protecção especial ( ou, se caremos, algo de muito errado se passa na nossa condição humana) e conceder-nos um dia especial não só minoriza o nosso estatuto e acentua o caracter vitimizante que nos estigmatiza há séculos.

Situando-nos no lado ocidental do globo, o que há uns atrás ainda se justificava, hoje não pode deixar de ser encarado com um desnexo, uma semi ofensa ou, no limite, como uma maravilhosa estratégia de marketing que enaltece o espirito consumista das mulheres, adocicado com flores, chocolates e ursinhos, oferecidos, gentilmente, pelos maridos, colegas, patrões ou lojistas, mas que em termos práticos poderia enaltecer e acariciar , igualmente, o ego dos membros da equipa da testosterona.

As mulheres em que acredito e a que me refiro estudam, trabalham, competem, criam famílias e encaram os mesmos desafios que os homens. Reinvidicam, afirmam-se e equiparam-se.

Tal não justifica uma celebração; decorre da dignidade de qualquer ser humano.

No entanto, não podendo negar a subsistência de acrescidas dificuldades de percurso (quer queiramos ou não, homens e mulheres são genetica e fisiologicamente diferentes) a verdade é que aos poucos vamos ganhando mais terreno e subtil e sorrateiramente afirmamo-nos, enquanto subestimadas, ingenuamente, pelo sexo oposto.

Se nos querem dedicar um dia, façam-no.

Mas não nos dêem rosas... dêem-nos um aumento!

Parabéns

A.N, 06.03.07


Oitenta e dois que, por piada, diz serem vinte e oito.

Quatro gerações à mesa, a farofa brasileira a apaladar as iguarias portuguesas, o barulho, as gargalhadas, o reencontro , mas sempre o olhar vago, perdido e obscurecido do aniversariante.

Como se pareceriam agora aqueles a quem a voz reconhecia , mas cujas caras não podia ver?

“São vinte e oito e não oitenta dois Ritinha”, dizia ele em tom jocoso que, ao ter presente o último mês, quase que soava assustador: as idas constantes para as urgências, as dificuldades respiratórias, o cansaço físico e o esgotamento mental.

Na recta, inevitavelmente, final da vida, os aniversários deixam de ser celebrações de vida e passam a ser vitórias.

Vitórias por cada dia, por cada momento, por cada neto, por cada bisneto, por cada regresso.

A vida? Essa já lá vai...

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