Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

O mundo da Ch@p@

11 de Setembro

A.N, 12.09.07
Há 6 anos atrás, minutos antes da primeira colisão, regressei de uma etapa que mudou, significativamente, a minha breve vida.
Mergulhada no típico egocentrismo púbere, não podia adivinhar que uma nova etapa se iniciava para a Humanidade.
Dias antes, tocávamos as marcas das balas da II Guerra Mundial que permanecem cravadas nos edíficios de Budapeste, temerosas mas convictas que a razão e a evolução para o pseudo-civilizado mundo em que dizemos viver, não permitiriam a repetição de tão horrendo episódio da nossa civilização.
Mas a História escapa à razão e a tábua rasa (certamente!) da experiência permite que se cometam os mesmos erros.


Não vi o telejornal ontem e abstive-me de comprar o Público. Não precisamos de auxiliares de memória, pois o 11 de Setembro vivemo-lo, diariamente, desde 2001.

Para quê dizer que o recordamos se, na realidade, nunca o esqueceremos?

Fecho de contas

A.N, 11.09.07


Chegaram ao fim os dias de luxúria literária (“Sábado” de Ian McEwan, “O grande Gatsby” de F. Scott Fitzgerald, “Patagónia Express” de Luís Sepúlveda, “O Sorriso Etrusco” de José Luís Sampedro e o ainda por acabar “Vagabundos do Dharma” de Jack Kerouac) , de consumo compulsivo da série das “sandálias e traições”(“Rome”), de água transparente e de faenas gastronómicas,com tempero do Barlavento Algarvio.

Na memória ficam dias de tranquilidade e a certeza que Setembro é, nos dias que correm, a época de ouro para o descanso estival.

Regressemos, pois, à doce realidade.

Pág. 2/2