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O mundo da Ch@p@

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A.N, 23.10.08

No outro dia encontrei uma conhecida no ginásio.

Ia a sair e já mesmo depois de evitar a colisão frontal com duas meninas de tenra idade, demasiado irrequietas para a hora da noite tardia, de relance vejo a minha conhecida despojada de roupas.

Entre a correria da saída e o momento desconfortável da nudez, não pude evitar fugir sem cumprimentar, em virtude de um embaraço que não pude evitar sentir.

 

Na Roma Antiga, os banhos e saunas eram lugares de confraternização, de convivio, de negócios. Eram momentos de lazer partilhados, despojados de pudores.

Se o faziam naquela altura, como explicar a falta de naturalidade do nosso "eu" mais natural?

 

São estes, pois, os momentos em que não consigo deixar de pensar no quão danoso se pode converter este sentimento de culpa judaico-cristão que nos é infligido pela sociedade...

 

Fale aquele que gosta de se ver recém-nascido numa fotografia tirada no banho!

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