Nada como a caminhada até casa para ter histórias para escrever
A.N, 25.10.11
Até ao empurrão violento que levei esta tarde de um transeunte apressado e totalmente absorto na música que escutava e que não me concedeu sequer o direito a um fugídio e tímido pedido de desculpas, acreditava que caminhar com os phones nos ouvidos me abstraía, de forma saudável, da realidade, qual panaceia de final de dia.
Afinal, não sou apenas eu a quem a música abstrai e distrai.